quinta-feira, 13 de maio de 2010

Blog oficialmente viciado em #4:


Maquilhagem da Benefit!
Estou a usar há 4 mesinhos, mas só agora que estão a acabar os primeiros produtos, agora que lhes sinto tanto a falta, é que me apercebo que estou oficialmente viciada nestas coisinhas mai' lindas!
Ide vê-las e experimentá-las, ide!!

É um favor que vos peço!



Há 3 dias que não vejo TV.
Não vejo notícias, não leio jornais, não ouço radio nem espreito jornais online.
Estou oficialmente desligada do mundo, praticamente info-excluida, em especial deste pequenino jardim à beira mar plantado. E porquê, perguntam vocês, alminhas inquietas (e curiosas!)?
Porque me dá cenas, e não é das boas, daquelas que me costumam dar, que eu gosto. É das outras, das que me revoltam as entranhas, me provocam nauseas, tonturas e calafrios. Dão-me ganas de estrangular alguém. De sair à rua em protesto. De ser má, muito má. De dizer coisas que ferem, politicamente incorrectas mas verdades incontestaveis, e simplesmente destilar o veneno que aquilo que a conjuntura nacional actual me provoca!
Eu não quero saber quanto custou a vinda do Papa a Portugal. Não quero saber os luxos que a sua visita incluem. Não me interessa onde ele vai dormir, o que vai comer, quais os estilistas que o vestem e calçam, qual a dimensão da sua comitiva e custo da mesma, os valores à volta do Papa-mobil, mais o helicoptero que o levou a Fátima. Não quero saber quais as ruas por onde vai passar e que por isso o trânsito ficou caótico na capital do País, fazendo com que se tenha de fazer sacrifícios vários para, (imagine-se!) ir trabalhar, (para quem foi). Não quero perceber porque é que os funcionários públicos tiveram tolerância de ponto. Não me interessa se teve mais ou menos gente a querer vê-lo do que à equipa do SLB no Marquês, no domingo. Nem quantos bebés beijou, ou se abençoou a família do nosso Presidente, em especial o neto mais novo. Vi as imagens de sua Santidade a receber a camisola do Benfica pelas mãos do Rui Costa e do Nuno Gomes, e foi por acaso e quase sem querer, sendo que o foco de interesse era o Benfica e não sua Santidade.
Basicamente, recuso-me a saber coisas sobre o assunto Papal, e estas poucas que sei chegaram até ao meu conhecimento apenas e só porque não posso trabalhar de phones, ou com aqueles tapa-orelhas giríssimos fuscia de pelinho, e que até tenho um par deles em casa, mas achei que parecia mal trazê-los para o burgo.
Não quero saber, mesmo, para meu bem e da humanidade em geral.
Por isso não me contem, ok?

quarta-feira, 12 de maio de 2010

Perfeitas imperfeições


Não é facil admitir fragilidades. Abrir o coração, dizer as coisas como elas realmente são, o que nos deixa tristes, que desilude e quase nos faz atirar a toalha ao chão. Não é facil admitir que o cenário não é tão cor de rosa como o pintamos, ou como os outros o vêem. Que no melhor pano cai a nódoa. Custa mostrar e assumir que se calhar ainda há muito que nos falta alcançar, quando aparentemente parecemos satisfeitas com tudo o que temos. Custa dizer que estamos a sofrer, que nos magoaram, que não sabemos muito bem lidar com a situação e que temos o orgulho ferido. Que sentimos que se calhar não temos o controlo que pensavamos ter, que há quem acabe por nos controlar, influenciar, atingir, mais do que pensavamos e gostariamos que o fizesse. Custa admitir que nem sempre somos femme fatale, e que não beijam o chão que nós pisamos, que não nos idolatram, que não falecem por nós.
Mas tem um valor imensamente maior conseguir fazer tudo isto que custa, do que simplesmente colocar uma máscara de personalidade forte, inatingível e ausente de dor. Do que guardar para si frustrações e mágoas, e antes perder os dois bracinhos do que admitir que nem sempre as coisas correm bem. Sobretudo nos dias de hoje, em que cada vez mais é alimentada esta ideia de que ser feliz está na moda, e que quem não tem (ou não ostenta) a vida perfeita, o namorado perfeito, o trabalho perfeito, a satisfação e preenchimento total e absoluto, simplesmente está desenquadrado de uma realidade onde constantemente se publicita a felicidade total. Exemplo disso é a blogosfera, o facebook e afins, onde se relatam pedaços de vidas perfeitas, positivas, preenchidas, cheias de actividades fantásticas, pessoas fantásticas e momentos fantásticos que se faz questão de expor até ao último detalhe, de modo a causar a inveja e admiração alheias.
Mas a realidade, a vida prática, a sério, pés no chão, mão na consciência, é bem diferente. E por isso dou ainda mais valor a quem não se esconde atrás da máscara e assume os problemas, as tristezas, as frustrações, as coisas com que não se sabe lidar, os medos, o que não lhe corre bem, o que não se consegue mudar.
Para essas pessoas terei sempre toda a paciência, tolerancia, compreensão, tempo do mundo para ouvir, e aconselhar, dentro do que posso e sei, que a minha boa vontade e amizade permitem.
Para as outras lamento mas não sou audiência nem dou tempo de antena. Cansam-me, aborrecem-me e em ultima estancia irritam-me.

segunda-feira, 10 de maio de 2010

Tudo dxi bom!


Há muito, muito, muito tempo que não tinha um fim de semana tão bom...
Onde dormi como uma princesa, o que não é sinónimo de ter dormido muitas horas.
Onde comi como uma rainha, o que também não é sinónimo de ter enchido o bandulho até explodir.
Onde descansei até mais não, o que não significa que tenha passado muito tempo quieta e imovel.
Onde a água foi o elemento-mãe e o sol, que só espreitou durante um bocadinho de nada, ainda me emprestou uma corzinha gostosa.
Onde passeei, namorei, ri muito, fui dondoca e ri-me outra vez milhões da dondoquice que me rodeava.
Onde regressei ao lar a tempo de ver o Benfica ganhar o título merecido.
Onde passei no sentido contrário onde se festejava em plena 2ª circular.
Onde dei prendas e parabéns à meia noite em ponto.
Onde fui tão feliz!!

quinta-feira, 6 de maio de 2010

Do it for the team!


Não acredito que haja receitas nem soluções milagrosas para fazer com que uma relação dê certo. Ou dá, ou não dá. Normalmente dá quando os dois querem e fazem por isso. Quando assim não é, provavelmente a coisa está condenada ao fracasso.
Obviamente que, sendo as relações humanas a coisa mais difícil de gerir, explicar e entender, quando toca à vertente "amorosa" ainda mais complicado se torna. Estamos a falar de dois mundos, dois passados, duas vidas distintas até ao ponto em que passam a ser dois mundos, dois passados e duas vidas distintas que de repente querem viver num só mundo, num presente em comum e eventualmente construir o mesmo futuro, e partilharem a mesma vida, pelo menos no que toca ao quotidiano em comum.
E é aqui que muitas vezes a porca torce o rabo. Porque namorar não é o mesmo que morar junto. E morar junto não é sinónimo de brincar às casinhas. Morar junto, para mim é ser uma equipa. É estar no mesmo barco e remarem os dois para o mesmo lado.
Eu não nasci para brincar às casinhas, para cuidar de alguém que eu vejo que não precisa desse tipo de cuidado. Tenho espírito maternal (escondido) que se revela diariamente para com quem de direito, às vezes de forma até excessiva. Mas não tenho feitio para ser a Mãe de quem quero ser a Namorada.
Cada macaco no seu galho.
E não é uma questão de mau feitio, de egoísmo, de só pensar em mim. Acho que é principalmente por pensar nos dois que assim me "educo" e "educo" a minha cara metade. Namorada não é Mãe, nem tem de ser. Por mais falhas, carências afectivas, traumas escondidos e passados dolorosos que se possa ter. Eu serei Mãe dos meus filhos, e não daquele com quem eventualmente penso que venha a ser o Pai dos mesmos.
Por tudo isto não tenho feitio protector, de querer cuidar e mimar em excesso, de poupar nas tarefas, de fazer as coisas pelo outro, de amparar golpes de preguiça assumida, e sobretudo de educar mesmo, enquanto pessoa, ensinar valores e questões sobre o certo e errado.
Claro que a convivência a isso o obriga, todos acabamos por aprender uns com os outros, com a vivência uns dos outros, faz parte. Agora dar lições de moral, dar o meu parecer sobre o tudo e o nada, facilitar a vida ao minimo pormenor para fazer o outro feliz (e preguiçoso), ou simplesmente educar quem já tem idade e deveria ter maturidade para mais... é coisa a que não me dedico, nem preciso (felizmente!)
E não se enganem minhas caras, quando pensam que os homens gostam das mulheres à moda antiga, que cuidem deles, façam tudo por eles, sejam dedicadas e perfeitas donas de casa. Com o passar do tempo eles cansam-se de viver com essa segunda Mãe, e sentem saudades de uma Namorada. Mas aí já é tarde demais, porque a imagem maternal é lixada de se esquecer...
Ou então são vocês, que se forem espertinhas, vão-se cansar de educar o "piqueno", que em vez de vos fazer acelerar o relógio biológico, vos faz ter alergia à maternidade ainda antes da encomenda da cegonha!

domingo, 2 de maio de 2010

M de Maio, de Maria, de Mãe


Hoje não é um dia fácil.
Os outros dias também não o são. Mas no dia de hoje quem me rodeia lembra-se mais, e acha que para mim hoje é um dia mais triste, mais difícil de lidar, mais doloroso ou saudoso. Acho que hoje também não é um dia fácil para essas mesmas pessoas, que gostam de mim e querem fazer alguma coisa para que não fique triste, e para que não me seja tão difícil passar o dia. Mas a verdade é que pensam mais eles nisso do que eu.
Hoje não é um dia facil para mim porque vejo mais vezes a palavra "Mãe" escrita na TV ou nas montras das lojas. Porque ouço mais gente a dizer que vai almoçar ou jantar a casa das Mães, porque se fala do que se ofereceu, ou não, à Mãe este ano. Mas são só 24h, passam num instante!
E os outros dias? Os outros 364 do ano? Os outros que passam uns atrás dos outros, onde nem se toca na palavrinha, não se comemora nada, não há nada aparentemente, socialmente, e materialmente que ligue a data à pessoa? E nesses mesmos 364 dias, em que não passa um único que não doa, que não sinta saudade, que não fique triste nem que seja por breves segundos, que não sorria, que não chore, que não pense, que não sonhe com Ela?
Por isso, e como eu gosto de ser diferente, hoje apesar de ser o dia da Mãe, as Mães que me perdoem, mas mando um beijinho especial para todos os filhos que lidam com esta saudade que não acaba nunca, todos os dias das nossas vidas.
Um beijo para os filhos que não podem dar esse beijo às suas Mães no dia da Mãe, aos Pais, no dia do Pai, aos irmãos, no dia que não existe mas devia existir, do Irmão.
Porque hoje não é um dia fácil, mas facilita quando sabemos que se lembram de nós.

sábado, 1 de maio de 2010

Quem diria?


Eu não achava grande graça a este "piqueno"... até o ter visto a dançar.
É uma mistura gostosa de Nuno Lopes com Justin Timberlake.