segunda-feira, 16 de maio de 2011

Tenham a bondade de me auxiliar!



Organizar uma despedida de solteira não é fácil.

E se acham que a parte mais difícil é escolher o que fazer e onde ir, estão bem enganadas. Tudo isso, bem como definir o que NÃO vai acontecer (nomeadamente: Strip-tease, senhores musculados em tangas barrados em óleo fula a esfregarem-se nas meninas, pilas ou véus na cabeça da noiva) ficou definido rapidamente.

Complicado mesmo é fazer com que as pessoas me respondam! Me digam se podem ou não podem ir. Só isto. E fazer com que participem... do tipo dar ideias para surpreender a noiva, sugestões de brincadeiras e afins. E era tão mais fácil se fossem 10 cabecinhas brilhantes a pensar em coisas giras, do que só eu, que nem sou dotada de grande imaginação para a coisa.

Se as minhas queridas leitoras, companheiras, amigas, palhaças deste mundo que é o Blogger quiserem contribuir com ideias, brincadeiras, cenas e afins... eu ficava eternamente agradecida.

Bem-haja!!

Palavra de honra



segunda-feira, 9 de maio de 2011

Questão:



O que é que se oferece a um namorado que tem tudo?

sábado, 7 de maio de 2011

quinta-feira, 5 de maio de 2011

Isso e falar ao telemóvel



Tenho uma grande dificuldade em fazer a chamada "conversa de chacha." Aquelas de circunstância, de encher chouriço. Sobretudo com desconhecidos, pessoas que eu nunca vi, não conheço, e não tenho interesse absolutamente nenhum em conhecer, mas que, por alguma razão, num determinado momento se encontram comigo no mesmo espaço e com as quais tenho de manter algum tipo de diálogo.

Não sou boa nisso. Não levo jeito para a coisa. Até podia dizer que sou esforçada, mas o meu esforço dura apenas 3m, no máximo, enquanto tento pensar nalguma coisa, que, eventualmente, eu e aquela pessoa poderemos ter em comum, para além do estado do tempo. Mas nada. Não se me ocorre nada, e rapidamente deixo de pensar nisso e remeto-me ao silêncio, sem me preocupar se é, ou não, constrangedor.

Mas depois morro de inveja quando vejo pessoas como o meu namorado, por exemplo, que nasceu com o dom da oratória para desconhecidos. Tem conversa para todos: velhos, crianças, colegas, mulheres, senhoras do pingo doce, arrumadores de carro, todos! E consegue reproduzir os diálogos mais surreias (com umas quantas bacoradas pelo meio, que lá falar ele fala, mesmo que depois perceba que acabou de falar mal do senhor que por acaso até é primo do porteiro).

quarta-feira, 4 de maio de 2011

Em doses industriais



Xiça!



Eu gosto muito de escrever. Mas escrever sobre coisas com as quais não me identifico, e que me deixam ligeiramente embaraçada, pode ser uma verdadeira tortura. Ou então não. Mas o facto de o meu nome aparecer no fundo do texto em questão faz com que tenha de pensar 239487359835935873459 de vezes, antes de escrever cada palavra!