domingo, 8 de Novembro de 2009

Laranja, Castanho e..Vermelho!

Enquanto as respostas ao anterior post não chegam (continuo à espera de opiniões elucidativas, não sejam preguiçosos!), aproveito para dizer que muito me agrada a temperatura que se faz sentir!
Um grande bem haja a quem de direito, S.Pedro ou S.Martinho, entendam-se que eu cá não gosto de confusões.
Já aqui disse e repito um milhão de vezes que adoro frio, adoro roupa de Inverno, adoro esta contagem decrescente para o meu mês preferido, para a minha estação preferida, adoro o cheiro a castanhas assadas pelas ruas! E este ano estou cheia de ansias por elas.
Não falo de outra coisa a não ser Magustadas. Em Lisboa, na santa terrinha, várias, e bem regadas a Jeropiga, Vinho do Porto, e Favaios. Venham elas...
Isto deve ser efeitos secundários de não respirar o ar serrano há mais de um mês.
Mas está para breve!
Até lá conto comer castanhas, quentes e boas, em óptima companhia, no aconhego do lar e sobretudo à porta do estádio mais lindo do mundo, com o coração aos pulos, de emoção, de nervos, de euforia, de felicidade, de orgulho, de paixão...e outras coisas mais!

sexta-feira, 6 de Novembro de 2009

More than friends


"Sola vermelha é sinal verde para os Homens".
Dizia Louboutin a propósito daquela que é uma das marcas distintas das suas criações; sapatos de salto vertiginoso e sola bem vermelha.
A inspiração é contraditória, mas o propósito não deixa margem para dúvidas: atrair a atenção do universo masculino, e depois de captada, mostrar que se está disponível para... o quer que seja do interesse da mulher.
E no meio desta linguagem simbólica, de meias palavras, deduções e sinaléticas várias, dou por mim sem saber muito bem como é que nos dias de hoje uma mulher demonstra interesse por um homem, sem ser vista pelo mesmo como "fácil"?
Que sinais pode dar, que iniciativas pode ou não ter, que disponibilidade deve ou não mostrar??
Numa altura em que a velocidade da sms é precedida pela vontade do desejo, e que basicamente tudo se resolve através de uma mensagem escrita, o que é que está para além disso?
O que é que se pode fazer para mostrar interesse sem parecer demasiado interessada?
E aquelas velhas máximas do "toma tu as rédeas da coisa, convida para café, para beber um copo, para cinema" não servem... não é por aí.
Estamos a jogar numa liga diferente.
Estou a querer compreender o que é que faz com que um Homem sinta o "click" que faz com que para além de saber que do outro lado está uma mulher interessante e com quem gosta de estar, perceba também que há um feedback muito positivo, e que pode avançar.
Para nós, meninas, é sempre tudo tão complicado, tão analisado, tão revisto ao pormenor, fazemos mil e uma suposições sobre o tudo e o nada que possa vir do outro lado. E dou por mim a pensar que do lado deles muito provavelmente é tudo bem mais simples e que se limitam simplesmente "a ver no que dá, se bate ou não!"
Será que é mesmo assim?
Colaborem, vá lá!
Bem haja

terça-feira, 3 de Novembro de 2009

Balões


Para bom entendedor, meia palavra basta.
Às vezes até menos, digo eu.

domingo, 1 de Novembro de 2009

Sweet November


E se cada mês fosse o último?
E se tivessemos sempre um mês para reiniciar as nossas vidas?
Se no dia 1 de cada mês pudessemos mudar de casa, de cidade, de amigos, de família, de vida?
O que é que mudavamos?
Se de repente aquela inevitavel sensação de que somos imortais e de que, mais cedo ou mais tarde a felicidade vem ao nosso encontro, desaparecesse?
Se parassemos de procrastinar, de delegar responsabilidades, de procurar defeitos, obstáculos e razões para não irmos atrás do que realmente queremos, apenas porque não é seguro, não é certo, porque assusta, porque dá trabalho, porque pode correr mal...
Se tivessemos os dias contados, não sob a forma de pena de morte, mas como compromisso moral, um prazo que temos de cumprir, tal como cumprimos com a entrega do IRS, com o pagamento do condomínio, da renda da casa, do empréstimo do banco, das contas de água, gás e luz...
Se em vez de acomodação, de rotinas, de bloqueios, de muralhas que construimos à nossa volta mesmo sem darmos conta, acordassemos no dia 1 de cada mês com a responsabilidade de sermos felizes?
Viver esses 30 dias com a certeza de que muito pouco passou ao lado, muito pouco ficou por fazer (há sempre algo que fica..), pouco ficou por dizer, por tentar, por arriscar. Saber que nesses 30 dias se incluiu quem faltava para nos fazer sorrir, e se excluíu quem já não fazia sentido nas nossas vidas. Que fomos aos lugares certos, por mais banais que sejam aos olhos do outro. Que comemos aquele prato que nos estava mesmo a apetecer, mesmo que nunca antes tivessemos gostado dele. Que ficamos a dormir 2 dias seguidos sem sair de casa, mas que isso soube pela vida. Que fizemos directas, mas que foram tão bem passadas. Que nos apaixonamos. Que fomos correspondidos. Que rimos muito. Que durante 1 mês inteiro não choramos... uma única vez.
Saber que estamos vivos, a sério.
Hoje é dia 1 e eu faço questão de fazer tudo isso por mim.

sexta-feira, 30 de Outubro de 2009

Was it It?


Foram 111 minutos em que olhei embevecida para o ecrã e me deixei levar.
Polémicas à parte. Totalmente alheia aos aspectos que, infelizmente, fazem com que tanto se fale de Michael Jackson desde a sua morte.
Fui ver o filme ontem, porque ele morreu, mas afirmo com toda a certeza de que o compraria, daqui a uns largos meses, quando saísse em DVD, sobre a forma de "Making Of" dos espectáculos agendados para Julho passado.
O que Mr. Jackson tinha preparado para Nós, os fãs, era simplesmente genial.
Os meus olhos ficaram rasos de lágrimas nos momentos em que me emocionei perante tamanho talento. É o talento daquele homem que me comove. Sempre foi. Desde que me conheço como gente, e já aqui o referi, que Michael Jackson é "A" referência musical da minha vida.
Nascida numa família de músicos, o fenómeno M.J sempre foi comentado e admirado pela qualidade musical do mesmo, pelo perfeccionismo de cada compasso, pela força da guitarra baixo, pela quantidade de watts em cada concerto, pelos efeitos especiais nunca dantes vistos, pela produção das baterias e percussões com a boca (o que hoje se banalizou como beatbox, já ele fazia nos anos 80), gravando as baterias com sons que produzia com a boca e que eram religiosamente guardadas em bobines e depois em cofres arrefecidos para não perderem um milésimo de qualidade. Os restantes instrumentos somavam-se noutras pistas à parte, a réplicas dessas baterias, e só no master final é que se ia buscar a informação inicial.
O resto nunca interessou. Absolutamente nada. E hoje continua sem interessar.
Depois de ontem paira no meu pensamento algo que normalmente se pensa quando perdemos alguém muito querido: Incredibilidade.
Acho que, tal como eu, muita gente saiu e sairá das salas de cinema a pensar: "Ele morreu mesmo?!"
E muitos questionar-se-ão devido a, mais uma vez, polémicas que envolvem a vida pessoal de M.J, e que, mais uma vez, não me interessa nada.
Quando pergunto se ele terá, de facto morrido, faço-o de forma ingénua e consciente do facto de que a admiração que sinto por aquele músico superdotado, por aquele artista único e de um perfeccionismo atroz, pelo dançarino de estilo incomparável, pelo excelente produtor, pelo humanitário incansável, não me permite conceber a ideia de que ele simplesmente já não existe.
E de facto isso não faz sentido. Porque ele continua a existir. A obra que deixou existirá e será relembrada, perpetuada, usada, abusada, e repetida por muitos mais anos do que aqueles que eu vou existir. Ele continua a existir tanto quanto existia antes, para mim.
A ironia do nome escolhido para os últimos concertos de M.J, que o próprio definiu como "The final curtain call", acaba por ser o oposto daquilo que, nem a própria morte conseguiu alcançar.
This wasn't it, Mr. Jackson... and it will never be.
Rest in peace, M.J - The King of Pop

terça-feira, 27 de Outubro de 2009

Sete Vermelhos Capitais

Porque é tão bom cometer um pecado de quando em vez...
Porque umas mãos bem arranjadas fazem toda a diferença!
Porque já não me lembro da última vez que não pintei as unhas de cores fortes.
E porque tinha mesmo de partilhar este mimo convosco:
A nova colecção de vernizes da Risqué: "Sete Vermelhos Capitais".
Como já nos vem habituando, a Risqué sempre na vanguarda das cores mais apetecíveis para as nossas ricas mãozinhas de Princesa. Desta vez, para além das cores fantásticas, os nomes de cada verniz só dão mesmo vontade de "pecar":

-Toque de Ira;
-Santa Gula;
-Preguicinha:
-Inveja Boa;
-Possessão Rosa;
-Doce Orgulho;
-Pura Luxúria;
Estas mãos que vos teclam estão abrilhantadas com "Preguicinha" (não fosse o meu pecado preferido, e o primeiro que experimentei desta colecção). Mas já vi outras cores depois de pintadas e são todas maravilhosas!
Agora toca a pecar meus amores, que a vida sem pecado não tem graça nenhuma!!

segunda-feira, 26 de Outubro de 2009

Coisinhas


O horóscopo do personare anda a avisar-me já faz tempo.
A leitura das cartas do tarôt do facebook idem aspas.
Já nem falo das "galhetas de la fortuna", nem da "suerte de la hada mágica", que isso já são coisas em estrangeiro e eu até ponho a hipótese de se calhar estar a ler mal!
O meu perfume acabou.
As roupas mudaram.
Os sonhos são variados e bem explícitos.
Não posso pedir mais sinais porque todos os dias, a toda a hora, os tenho recebido e só não os vejo nem os sinto se fechar os olhos com força, tapar os ouvidos e gritar: "O ar é de todos, o ar é de todos, não te estou a ouvir... la la la la!
Não preciso pôr o pé fora de casa para o "Mundo" vir até a mim. Para coisinhas boas, daquelas que eu gosto e quem gosta de mim também gosta, virem ao meu encontro. Ao nosso encontro.
O Universo conspira a meu favor, a minha Estrelinha acompanha-me noite e dia, e eu sinto e sei que tudo está a mudar! E quando acho que não sei, há sempre quem faça questão de me relembrar noite e dia, dia e noite, que "Tudo vai dar certo!" Quem acredita em mim, mais do que eu mesma, e olhem que eu acredito muito em mim!!
E sinto um frio na barriga, e sinto vontade de sorrir, de rir, de gargalhar alto e bom som.
E esperar, todos os dias, de braços abertos, por tudo de bom que está para vir.
Pois que venha: eu deixo e quero! Quero mesmo. Muito!