quarta-feira, 18 de agosto de 2010

E assim de repente


Era menina para dar cabo de uma montanha destas num instantinho, e sem remorsos!! Oh se era!

terça-feira, 17 de agosto de 2010

...


Quando acho que a minha vida está um inferno, ele chega, abraça-me em silêncio, cheiro o seu perfume, e sinto-me no céu.

quarta-feira, 11 de agosto de 2010

O que é nacional é bom!


Pois que acabo de ouvir a amorosa da Roberta Medina, aquando da sua passagem pelo talk show do Unas, proferir a seguinte pérola:
"Só tenho uma reclamação a fazer sobre os Homens portugueses. Porque é que quando eles estão a fim de uma garota a gente tem que passar por 35 jantares até chegar ao que interessa??"
E grande gargalhada do público, aplausos, euforia em geral, e que directa que a Medina é, sem falsos pudores a admitir que não tem tempo a perder com jantares quando já se sabe em que é que aquilo vai acabar.
Pois que a outra convidada era Maria Rueff, que numa tentativa de defender a moral e os bons costumes portugueses, dá a volta à questão dizendo que há um ditado nosso que diz que "Os Homens conquistam-se pela barriga", e que talvez fosse por isso que o ritual dos jantares seja mais prolongado. (1-0 para a Rueff.)
Ao que a fofuxa da Medina, não contente com a primeira pérola, partilha um segundo pensamento profundo, mostrando a sua incompreensão pelo seguinte: "Mas se são eles que pagam!! Que diferença faz?? Porque não avançam logo?? Vocês "compilicam" demais, gente!"
E pronto. Com esta a Rueff encostou-se na cadeira, e percebeu que não havia muito mais a dizer a não ser oferecer-se para ir aos jantares, porque adora comer, no lugar da Roberta. E quando chegasse à parte da "sobremesa" encaminhava os senhores para a xuxu beleza que não tem tempo a perder com o prato principal. (2-0 para a Rueff).
Ora isto vai de encontro ao que eu escrevi no post anterior. Não querendo entrar em questões socio culturais, e longe de mim dizer que a Medina é uma brasuca fácil e descartavel que gosta de jantar (só uma vez!), à pala alheia. Mas basicamente afirmando que como a Roberta há muitas mais, brasucas ou tugas, que passam bem sem a parte dos aperitivos, das entradas, de um bom vinho, de um prato de peixe, outro de carne, e um docinho, um café e um digestivo em ambiente agradável e por quantas vezes apetecer às partes interessadas. E isto prova o quê? Prova que ainda há Homens com boas intenções, ou pelo menos esforçam-se, ou em última estância dão-se ao trabalho de fingir bem e fazem aquilo que é suposto fazer dentro do ritual de mostrar interesse e ficar a conhecer melhor a outra parte. Convidam (e pagam!) 35 jantares se for preciso. Mas se no primeiro tiverem logo aquilo que até estavam dispostos a esperar para ter só ao fim dos 35, muito provavelmente os 34 que restavam não vão acontecer. E provavelmente à Roberta, que eu acho bem gira e cheia de carisma, pretendentes é coisa que não lhe falta, e não tem mesmo tempo, nem paciência, nem vontade de ter esses 34 jantares. Mas há quem tenha tempo, paciência e muita vontade de passar por cada um deles. E acredito que sejam mais as Mulheres que o queiram do que aquelas que o dispensam.
Por isso minha querida Roberta, não venha reclamar dos Homens portugueses, cavalheiros e atenciosos, porque nós gostamos deles tal e qual assim. E odiamos o jeitinho meloso dos brasucas que não conseguem falar sem mexer, forretas, e que tomam as mulheres como um dado adquirido, mesmo que sejam feios que nem o Ronaldinho Gaúcho! E também não passe a imagem de que as portuguesas são umas falsas púdicas e as brasileiras é que são sinceras, directas e despaxadas. Não há que generalizar, mas se não gosta do que temos por cá tem bom remédio e deixe o produto nacional para quem gosta! Pode ser? Sou sua fã!

terça-feira, 10 de agosto de 2010

Eles ainda andam aí..


Dizia-me uma Amiga em estado crítico de paixonite aguda, que já quase tinha desistido de acreditar na ideia de que ainda existem/restam Homens decentes, quando conheceu o seu actual mais que tudo.
É quase sempre assim. Quando menos esperamos, quando já ouvimos vezes sem conta histórias de namorados da amiga da amiga que não valiam nada, quando já passamos pela nossa própria dose de desgosto e desilusão, quando vivemos aquele período de nojo em que desesperamos a achar que nunca mais vamos encontrar um Homem que valha a pena, quando achamos que o nosso coração dificilmente irá voltar a bater mais forte, quando acordamos e adormecemos a achar que eles são todos iguais, quando começamos a gostar outra vez de nós mesmas mais do que qualquer outra coisa/pessoa neste mundo, quando andamos sossegadas na nossa vidinha praticamente resignadas ao (feliz!) estado de solteirice... lá aparecem eles!
E não vêm de cavalo branco nem de armadura reluzente (que isso faz-me lembrar o Prince Charming, do Shreck!). Às vezes aparecem mesmo como Shrecks, praticamente uns Ogres, mas feitos de camadas, que nós, Fionas desta vida, adoramos descascar até descobrir os encantos mil que nos levam ao tal estado crítico de paixonite aguda de que falava no início.
Cada vez mais me convenço de que ainda há bons rapazes, bons futuros namorados, Homens em que vale a pena apostar, dar uma abébia, uma oportunidade, mesmo que à primeira vista não tenham suscitado grande interesse!
Basta darmos uma oportunidade a nós mesmas, em primeiro lugar. Soltar a "Ogra" que há em cada uma de nós, sem medos nem vergonhas, sermos nós próprias! No fundo eles andam tão escondidos porque também estão fartos de Belas Adormecidas, Brancas de Neve e Cinderelas... vulgo Porkitxolas fáceis, de plástico, artificiais, desequilibradas e que lhes fazem a vida negra!
Procurem...e deixem-se encontrar!

Sintonia


É pura química, instinto e intuição. Ou existe ou não. E ao contrário da cedência, da compreensão, da tolerância, da paciência, que são ferramentas que podem ser trabalhadas consoante a nossa vontade, a Sintonia surge em estado bruto e não há necessidade de a limar.
Pode ser kármico. Pode ser sorte. Pode ser que estivesse escrito que seria assim. Pode ser que simplesmente estejam os dois a passar pela mesma fase da vida, com os mesmos objectivos, a querer atingir determinadas etapas e por isso se entendam, se completem, correspondam às expectativas um do outro e surpreendam até pela antecipação das mesmas.
E não significa que as 2 pessoas sejam iguais, que queiram exactamente o mesmo, tenham os mesmos gostos e vontades, que se tornem previsíveis ou rotineiros. Significa que se complementam, que se entendem, que percebem mesmo quando não concordam, e que apesar de não concordarem não magoam nem desiludem... apenas mostram um outro ponto de vista que possa ter escapado e que só vai enriquecer a relação.
É segurança, é confiança, é equilibrio e estabilidade.
É a melhor coisa do mundo.

sexta-feira, 6 de agosto de 2010

Ode às minhas Amigas


As minhas Amigas são as melhores do mundo.
E são!
Porque são minhas, porque fui eu que as escolhi e elas a mim. Porque não me foram impingidas, porque são a família que eu quero ter sempre por perto. Porque têm defeitos (muitos e vários), porque falham, porque nem sempre estão lá, e nem sempre me passam a mão pela cabeça. Porque volta e meia vai cada uma vai à sua vida, e ficamos em modo stand by a saber notícias à distância umas das outras, mas o que é certo é que de cada vez que nos reencontramos parece que estivemos juntas ontem. E essa é a diferença entre as Amigas e as amigas.
As minhas Amigas não são muito normais, benzásdeus! E fazem (fazemos) figuras que às vezes não são compreendidas, e até repreendidas pelos olhares alheios. Temos pena! As minhas Amigas falam muito. E sempre. E às vezes alto, e agudo. Não são propriamente a melhor companhia para quem não está na mesma onda magnetica. E guincham...oh se guincham! E fazem caretas, muitas e várias, que eu, sendo ainda assim a mais discreta, tento disfarçar e desviar atenções. As minhas Amigas ouvem, em silêncio. E esperam até eu acabar de falar para falarem elas. Falam delas e falam de mim e para mim. As minhas Amigas e eu temos inveja das coisas boas que acontecem umas às outras, e dizemos abertamente e sem vergonha. Queremos para nós o que queremos para elas, e vice versa. As minhas Amigas não fazem suspense nem mistério. Abrem o jogo. E ficam offline quando lhes apetece, e eu tudo bem, porque eu também fico vezes sem conta. As minhas Amigas cantam, alto e bom som, e desafinam que doi. Inventam letras para músicas e fazem adaptações fantásticas. As minhas amigas riem de si mesmas. As minhas Amigas choram. E eu também.
Eu com elas sou mais feliz, e por saber que elas existem fico mais sossegada, porque são um colo que me tranquiliza.
As minhas Amigas ontem disseram-me para eu não me preocupar porque quando tiver filhos, apesar de lhes faltar uma Avó, eles vão ter sempre as Tias com quem ficar, olhar e cuidar. E isso consolou-me o coração e a alma.

terça-feira, 3 de agosto de 2010

Adivinhem quem voltou???


Olha quem é ela!!
A armar-se que voltou voltou, voltou de lá... ainda ontem estava no camandro mais novo e agora já está cá!!
Então e por aqui, como estamos?? Quantas saudades tinham minhas??
Calma.. não respondam todos ao mesmo tempo, que não dou vazão a tanto ânimo!
Pois eu andava mortinha para vir aqui ao meu cantinho, limpar-lhe o pó, as teias de aranha, e dizer-lhe que não o abandonei nem entreguei à bicharada!!
Daqui a nada já cá volto para mandar uns desabafos, sentar-me, ler coisinhas giras, novidades que me têm escapado, e fazer cenas várias!
Pronto então, era isto. Agora vou só dar outro mergulho que está um bafo que não se aguenta.